Comércio Justo

3 03 2008

comercio_justo.jpg 

Fotografia retirada do blog Tekoha

 O Comércio Justo é definido pela News! (Rede Europeia de Lojas de Comércio Justo) como sendo:

«Uma parceria entre produtores e consumidores que trabalham para ultrapassar as dificuldades enfrentadas pelos primeiros, para aumentar o seu acesso ao mercado e para promover o processo de desenvolvimento sustentado.»

 O conceito terá começado nos EUA, em 1946, com a importação de artigos de renda do Porto Rico. Nessa década, a SERRV começou a negociar com comunidades desfavorecidas do Sul do mundo.
A primeira loja de Comércio Justo, data de 1958, nos EUA.
Na Europa, o conceito entrou na década de 50. Em 1964 é criada a primeira “Fair Trade Organization”, em Inglaterra.

Hoje, existem cerca de 3000 lojas de Comércio Justo na Europa. O número de intervenientes é igualmente surpreendente, contando-se cerca de 96000 voluntários e 4000 trabalhadores, só no Velho Continente.

A primeira loja do género em Portugal, data de 1999, em Amarante. Em 2001, é criada a Coordenação Nacional de Comércio Justo (CPCJ).

Todas as organizações envolvidas no circuito do Comércio Justo devem obedecer aos seguintes princípios (in Wikipédia):

  • A preocupação e o respeito pelas pessoas e pelo ambiente, colocando as pessoas acima do lucro;
  • A criação de meios e oportunidades para os produtores melhorarem as suas condições de vida e de trabalho, incluindo o pagamento de um preço justo (um preço que cubra os custos de um rendimento aceitável, da protecção ambiental e da segurança económica);
  • Abertura e transparência quanto à estrutura das organizações e todos os aspectos da sua actividade, e informação mútua entre todos os intervenientes na cadeia comercial sobre os seus produtos e métodos de comercialização;
  • Envolvimento dos produtores, voluntários e empregados nas tomadas de decisão que os afectam;
  • A protecção dos direitos humanos, nomeadamente os das mulheres, das crianças e dos povos indígenas;
  • A consciencialização para a situação das mulheres e dos homens enquanto produtores e comerciantes, e a promoção da igualdade de oportunidades;
  • A promoção da sustentabilidade através do estabelecimento de relações comerciais estáveis de longo prazo;
  • A educação e a participação em campanhas de sensibilização;
  • A produção tão completa quanto possível dos produtos comercializados no país de origem.

Mais sobre Comércio Justo:

http://www.fairtrade.net/

http://coresdoglobo.org/

http://reviravolta.comercio-justo.org/

http://alternativa.comercio-justo.org/index.php

 E exemplos:

http://bons-sinais.blogspot.com/

http://equacao.comercio-justo.org/index.php

Reportagem de Joana Martinho e Sara Coelho sobre o Comércio Justo:


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